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Ela
nunca se preocupou em como iria conseguir cuidar e alimentar
tantas crianças. Conforme iam crescendo, os “irmãos”sempre
mantinham contato entre si e com sua mãe, que
havia cuidado deles tão bem, ensinando-lhes inglês
e dando-lhes uma base de princípios cristãos
muito sólidos.
Em 1984, Edna descobrindo
que sofria de câncer, começou a preparar
Henri um dos seus filhos adotivos, para que assumisse
o controle do Lar.
Edna havia percebido, já havia algum tempo, um romance florescendo
entre Henri e Nilma, uma estudante missionária que estava
se preparando para a Faculdade de Psicologia.
Com o apoio de Edna, a vida de Nilma estava prestes a tomar outro
rumo. O seu destino foi se casar com Henri em 1985. A jovem noiva
retornou ao Lar após seu casamento e acolheu as 32 crianças.
No ano seguinte, Edna faleceu em paz.
Hoje, Henri e Nilma cuidam de 21 crianças, 10 meninas e
11 meninos, todos com mais de 2 anos de idade. Seguindo a tradição
de Tia Edna, as crianças permanecem no Lar até que
se sintam prontas para partirem e começarem uma vida como
adultos independentes.
Como em qualquer lar, os
mais velhos cuidam dos mais novos. Com o passar dos anos,
muitas crianças optaram pela carreira de professor
de Inglês e outras enveredaram pela vida missionária.
A casa consiste de sete dormitórios, três
banheiros, uma sala de estar, cozinha, sala de jantar,
lavanderia e despensa. São três quartos
para as meninas, e quatro para os meninos. A ala dos
meninos é separada.
Edna ficaria orgulhosa
se pudesse ver a dedicação de Henri e
Nilma ao seu legado.
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